quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Poema de Deus









Fazia eu ao Senhor
a minha oração
Deus, por seu anjo pediu-me
um poema sobre as Belezas
de toda a Criação
*
Quando escrevi falando do Sol,
Senti Suas mãos me aquecendo
Ao falar da lua
senti Sua ternura me envolvendo
*
Falando eu dos animais
sentia-O me embalar como a uma criança
Falando das árvores e das flores,
senti Seu sopro de esperança
*
Falando das águas,
senti Seu mergulho em mim
com Seu mistério a me proteger
Falando do céu
senti Seu azul a me acolher
*
Falando do fogo
senti Sua chama purificando-me o ser
Falando do ar
senti Seu sopro divino a renovar meu viver
*
Terminado o breve poema
Apresentei-Lhe tudo quanto escrevi
Ouvi-o então dizendo:
"Prossegue, tu não falaste de ti"

(Autora: Pando)

 

No Justo Momento



 
 
 

No justo momento em que:

o fracasso lhe atropele o carro da esperança;

o apoio habitual lhe falte à existência;

a ventania da advertência lhe açoite o Espírito;

a aflição se lhe intrometa nos passos;

a tristeza lhe empane os horizontes;

a solidão lhe venha fazer companhia;

no momento justo, enfim, em que a crise ou a
angústia, a sombra ou a tribulação se lhe
façam mais difíceis de suportar, não chore
e nem esmoreça.

A água pura a fim de manter-se pura é
servida em taça vazia.

A treva da meia-noite é a ocasião em que o tempo
dá sinal de partida para nova alvorada.

Por maior a dificuldade, jamais desanime.

O seu pior momento na vida é sempre o
instante de melhorar.
 

 

domingo, 28 de julho de 2013

Pregai o Evangelho!



 

O TIPO DE FILHO QUE AGRADA AO PAI 

É AQUELE QUE EXECUTA A SUA MISSÃO.


“Se faço de Boa Vontade, terei recompensa; mas se de má vontade, apenas desempenho um cargo que me foi confiado”.


 

                  “O Espírito do Senhor está sobre mim,  pelo que me UNGIU para evangelizar aos pobres. Enviou-me para apregoar; (proclamar; declarar) liberdade aos cativos, dar vista aos cegos, pôr em liberdade os oprimidos, e ANUNCIAR o ano aceitável do  Senhor” Lc. 4:18.
 
Hoje se cumpre esta Escritura em vossos ouvidos. Is. 61:1.

                Ser UNGIDO pelo SENHOR para fazer Sua obra é muito bom, importante e abençoador, mas, com o que recebemos, nós nos tornamos responsáveis pelo modo como as pessoas viverão. “Como Deus UNGIU a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com Poder; o qual andou fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com Ele”... “ Nós somos testemunhas de todas as coisas realizadas por Ele...

                  Ele nos mandou pregar, (proclamar; declarar) ao povo, e testificar que Ele é o que por Deus foi constituido juíz dos vivos e dos mortos. At. 10:38.

 

O Poder de Fazer o Bem - Ligar, Concordar e Reunir.
 

                  Temos o poder para ligar aqui na Terra o que o Espírito Santo nos revelar pela Palavra de Deus; também temos o poder de desligar qualquer obra que o maligno estiver fazendo na vida daqueles que nos pedem ajuda.  Mt. 18:18-22.
Os que recebem do Senhor o dom de manifestar a Sua glória para as pessoas as quais lhes são enviadas - ou a quem eles são enviados.

                 Precisam entender que isso lhes foi dado não como pagamento de alguma dívida de Deus para com eles, mas, sim, para que abençoem os sofredores. Não detenhas dos seus donos o bem, estando na tua mão poder fazê-lo. Pv. 3:27.
 
Somos devedores de todos os perdidos para lhes dar a salvação. Esse versículo nos revela que a bênção que recebemos para entregar ao povo não pertence a nós, mas aos que dela precisam. Rm. 13:7.

                 Então, devemos "pagá-los" sempre que for possível com o que, por direito dado pelos Céus, pertence a eles. Não fazemos um favor aos perdidos quando cumprimos o nosso dever; eles é que o fazem ao nos permitir que sirvamos a Deus e, desse modo, sejamos abençoados.

“Pois quantaspromessas há de Deus, têm nele o SIM, e por Ele o AMÉM, para a glória de Deus por  nosso intermédio. Mas aquele que nos confirma convosco em Cristo, e nos UNGIU, é Deus”. 2ºCo. 1:20, 21.
 
Quem se recusar a entregar ao sofredor o que lhe pertence dará conta o mal feito a ele.


                   Com esse entendimento, os filhos do Altíssimo jamais se encontrarão "no vermelho", pois, ao executar sua missão; EVANGELIZAR, com Boa Vontade, estarão cumprindo o débitoque Deus colocou na conta deles.


Disse o Apóstolo Paulo: Contudo, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação. Ai de mim, se não anunciar o evangelho! 1ºCo. 9:16.

 
                  Temos aprendido que os doentes podem ser curados, porém não temos ido até eles para que se livrem das mentiras de Satanás. Por que?

             Com a cura do homem da mão ressequida, Mt.12.10-43, a lição que Cristo deu aos fariseus é de suma importância: se Ele não fizesse o bem àquele homem, Ele estaria fazendo o mal.

                 Pelo bem que realizaria no sábado, eles O acusariam, mas, pelo mal que faria se não tivesse curado aquela mão, eles nada fariam com Jesus. Aqueles hipócritas não entendiam nada do AMOR DIVINO.

               Se você recebeu o dom de Deus, faça o bem, pois, do contrário, você receberá a sua pena. Quem foi UNGIDO é o único que pode fazer a obra para a qual foi eleito e revestido de Poder. Veja o que lhe foi dado e não deixe de cumprir o seu dever — ou, então, terá contas a acertar por ter deixado de fazer o BEM a quem dele precisava.

                 O Senhor Bom Jesus o chama e o envia, o Pai Eterno o tem preparado na Graça do Espírito Santo para certas missões que somente você pode realizar. Se você ainda não se tem deixado usar pelo Altíssimo, viva essa experiência a partir de agora. Assim, verá o quanto Deus irá recompensá-lo.

                  Mas lembre-se! Faça a sua parte com toda a Fidelidade e Obediência ao Todo-Poderoso e jamais deixe de dar a quem necessita o que pertence a ele, abençoe.  EVANGELIZAR!

 
                  “Mas nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus”. At. 20:24.
 
Por certo, na eternidade, você receberá a recompensa por ter sido servo de Deus.


O tipo de filho que agrada ao Pai é aquele que executa a sua missão e, por isso, tem acesso a tudo o que o Senhor possui.

  

É tempo de ser SAL (Equilíbrio) da terra
 e LUZ (Verdade) do mundo.
Mt. 5:13
 


Na Graça do Pai Eterno!

sábado, 29 de junho de 2013

Mais um ano em minha vida


Deus tem feito tantos milagres em minha vida e da minha família, que não dá para enumerar.
Só tenho a agradecer, mesmo as dificuldades,porque são através dela que consegui ser o que sou.
Consegui vencer as dificuldades,com JESUS SEMPRE AO MEU LADO, EM TODOS OS DIAS DE MINHA VIDA.
SOU E ESTOU FELIZ POR DEUS TER ME DADO UM FILHO MARAVILHOSO,UM ÓTIMO MARIDO,POR MINHA MÃEZINHA ESTAR MAIS PRÓXIMA A MIM E POR EU TER AMIGOS SINCEROS.
E ,PRINCIPALMENTE,POR EU SERVIR  A DEUS!!
E LOUVA-LO CADA VEZ MAIS!!




Sorrir dá mais saúde!!





O que o stress faz com o seu corpo


terça-feira, 11 de junho de 2013

Síndrome de Burnout

 
 

Burnout: síndrome afeta mais de 15% dos docentes

 
Exaustão emocional, baixa realização profissional, sensação de perda de energia, de fracasso profissional e de esgotamento. Estes são os principais sintomas de pessoas que sofrem da síndrome de Burnout. A pessoa é consumida física e emocionalmente pelo próprio objeto de trabalho. Daí o termo burnout - do inglês burn (queima) e out (para fora, até o fim). A doença acomete profissionais de várias áreas, mas seu diagnóstico é mais freqüente em profissões com altas demandas emocionais e que exigem interações intensas, como é o caso, por exemplo, dos professores e dos profissionais de saúde.
Uma pesquisa realizada pela psicóloga Nádia Maria Beserra Leite, da Universidade de Brasília (UNB), com mais de oito mil professores da educação básica da rede pública na região Centro-Oeste do Brasil revelou que 15,7% dos entrevistados apresentam a síndrome de Burnout, que reflete intenso sofrimento causado por estresse laboral crônico. “A enfermidade acomete principalmente profissionais idealistas e com altas expectativas em relação aos resultados do seu trabalho. Na impossibilidade de alcançá-los, acabam decepcionados consigo mesmos e com a carreira”, explicou.
De acordo com Nádia, obter 15,7% num universo de oito mil não é desprezível. Caso o índice seja o mesmo em todo o país, por exemplo, então mais de 300 mil professores brasileiros convivem com a síndrome, isso somente no ensino básico. Entre outras conseqüências, tal cenário levaria a um sério comprometimento na educação de milhões de alunos.
Os dados foram revelados por meio de um questionário aplicado no Sistema de Avaliação da Educação Básica, em 2003, mas somente analisado em 2007. O questionário permite identificar a incidência dos três sintomas que caracterizam a síndrome: exaustão emocional, baixa realização profissional e despersonalização. Com relação ao primeiro sintoma, 29,8% dos professores pesquisados apresentaram exaustão emocional em nível considerado crítico. Quanto à baixa realização profissional, a incidência foi de 31,2%, enquanto 14% evidenciaram altos níveis de despersonalização.
Em entrevista ao Jornal do Professor, a psicóloga explica como os professores podem identificar a síndrome e o que devem fazer para tratá-la.
1. O que é a síndrome de Burnout? Como ela se diferencia do estresse?
Burnout é um estado de sofrimento que acomete o trabalhador quando este sente que já não consegue fazer frente aos estressores presentes no seu cotidiano de trabalho. Diferentemente do estresse, que se caracteriza pela luta do organismo no sentido de recobrar o equilíbrio físico e mental, a síndrome de Burnout compreende a desistência dessa luta. Por isso se diz que Burnout é a síndrome da desistência simbólica, pois embora não se ausente fisicamente do seu trabalho, o profissional não consegue se envolver emocionalmente com o que faz.
2. O que leva o professor a desenvolver a síndrome?
Burnout é resultado de longa exposição aos estressores laborais crônicos, sendo mais freqüente em profissões com altas demandas emocionais e que exigem interações intensas, como é o caso, por exemplo, dos professores e dos profissionais de saúde. No caso dos profissionais de saúde, as demandas emocionais estão ligadas à compaixão, à onipotência de poder salvar vidas e à impotência por perdê-las. Já no caso do professor, as demandas são de outra natureza; estão relacionadas ao cuidado, à possibilidade ou não de se estabelecer um vínculo afetivo com o aluno que favoreça o processo de aprendizagem e permita ao professor realizar um bom trabalho.
Essas demandas emocionais, no caso do docente, são inerentes a sua profissão, podendo ser agravadas, por exemplo, por políticas educacionais que aumentem a sobrecarga de trabalho sem a devida contrapartida, ou por condições inadequadas de trabalho, ou pela presença de alunos particularmente difíceis (alunos violentos, com grande déficit de aprendizagem) ou ainda pelo sentimento de injustiça, de não reconhecimento do seu esforço e da importância do seu papel na sociedade.
3. Quais são os principais sintomas dessa síndrome?
Os principais sintomas de Burnout são exaustão emocional, despersonalização e sentimento de baixa realização profissional. A exaustão emocional é uma sensação de perda de energia, de esgotamento, quando o profissional comumente relata que, embora querendo, já não consegue mais se envolver emocionalmente com o seu trabalho. Em decorrência dessa exaustão surgem dois mecanismos reativos, a despersonalização, que é o desenvolvimento de atitudes negativas em relação às pessoas destinatárias do trabalho (cliente, usuário) e o sentimento de baixa realização profissional, ou seja, uma sensação de fracasso profissional, de ineficácia.
4. Quais cuidados os professores podem tomar para evitar a síndrome?
Em tese, qualquer movimento no sentido de reduzir a vulnerabilidade do professor aos estressores do seu cotidiano, particularmente aqueles relacionados com as demandas emocionais, seria uma medida preventiva no sentido de minimizar as possibilidades de o indivíduo vir a desenvolver Burnout. Dessa forma, aplicam-se à prevenção de Burnout, todas as estratégias voltadas para ajudar o indivíduo a lidar com o estresse. Por isso, o apoio dos pares e da direção da organização é tão importante. A direção da escola tem papel fundamental no sentido de minimizar problemas estruturais como, por exemplo, condições de trabalho inadequadas. Com relação aos colegas, a troca de vivências e de problemas comuns favorece a reorganização cognitiva no sentido de o trabalhador rever suas expectativas e encontrar formas possíveis de lidar com suas frustrações, e ideais inalcançáveis.
5. Como os professores podem saber se estão com a síndrome ou não? Tem algum exame específico? Eles devem procurar um psicólogo?
O diagnóstico de Burnout pode ser feito por exame clínico, com profissional da área de saúde (médico, psicólogo) que efetivamente conheça os sintomas da síndrome, e por meio de instrumentos psicológicos elaborados especificamente para fazer essa avaliação. É importante que em ambos os casos a avaliação seja feita por profissional com formação adequada em relação ao fenômeno específico. Entretanto, é admissível que o próprio professor, ao tomar conhecimento dos sintomas de Burnout, identifique com razoável precisão que está vivendo esse processo. Nesse caso, é recomendável que ele busque ajuda psicológica.
6. Uma vez constatada a síndrome, o que os professores podem fazer para melhorar?
É altamente desejável que o profissional com Burnout tenha acesso a atendimento especializado, tanto médico quanto psicológico. Além disso, a participação da direção da organização e dos colegas pode ajudar muito, tanto na prevenção quanto na recuperação. Nos profissionais de saúde, medidas interessantes já vêm ocorrendo: profissionais que trabalham, por exemplo, em UTIs, prontos socorros e áreas mais críticas, por iniciativa própria ou por sugestão da instituição onde trabalham, fazem reuniões periódicas (grupos de reflexão) em que discutem suas angústias, suas limitações, buscam alternativas possíveis para os problemas e se preparam psicologicamente para se alegrar com o sucesso (mesmo que em pequena proporção) como forma de fazer frente ao insucesso freqüente. Meu estudo demonstrou que esse suporte social no trabalho é um grande aliado na redução dos níveis de Burnout.